Detalhe arquitetônico com molduras e acabamentos refinados

Uma prática construída no detalhe

A Cimalha nasceu do interesse pelo ponto onde paredes se encontram, onde o rodapé toca o piso, onde a moldura dá sentido à superfície. Trabalhamos com esse nível de atenção em cada projeto.

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Como a Cimalha surgiu

A Cimalha foi fundada por profissionais de design que, ao longo de anos de projetos residenciais, perceberam que os detalhes de acabamento raramente recebiam a atenção que mereciam. Molduras escolhidas sem relação com a arquitetura do espaço, rodapés que disputavam com os revestimentos, frisos que não dialogavam com nada ao redor.

O nome Cimalha vem diretamente desse universo: a cimalha é o elemento de coroamento que encerra uma parede ou uma fachada, o detalhe que dá acabamento ao todo. É um termo de uso técnico no canteiro, mas pouco mencionado fora dele — e essa distância entre a linguagem do projeto e a experiência de quem habita o espaço é exatamente o que queremos reduzir.

Desde o início, o trabalho da Cimalha se organiza em torno de três ideias: composição cuidadosa, documentação clara e processo acordado. Não trabalhamos com modelos de decoração prontos. Cada projeto parte das características do espaço, do modo de vida do cliente e do que já existe no ambiente.

Com sede no Itaim Bibi, em São Paulo, atendemos principalmente projetos residenciais na capital e municípios vizinhos. Para serviços de detalhamento e esquema de dois ambientes, trabalhamos remotamente com clientes em outras cidades quando a visita técnica inicial é viável.

O que orienta o trabalho

Ver o espaço como composição

Cada ambiente tem uma lógica interna. Entender essa lógica — as proporções, a luz, os materiais existentes — é o ponto de partida para qualquer decisão de design.

Comunicar com clareza

Pranchas, guias e desenhos existem para que o cliente e os executores entendam o projeto sem ambiguidades. A documentação é parte do serviço, não um complemento.

Construir com o cliente

As fases, os critérios de escolha e os limites de orçamento são definidos em conjunto desde o início. Surpresas no processo não fazem parte do modo como trabalhamos.

As pessoas por trás dos projetos

MP

Mariana Peixoto

Designer de Interiores — Fundadora

Formada pela FAUUSP com especialização em detalhamento arquitetônico. Atuou por anos em escritórios de arquitetura antes de fundar a Cimalha com foco no desenho de acabamentos para residências.

RF

Ricardo Falcão

Designer de Interiores — Projetos

Com experiência em projetos residenciais de médio e grande porte, Ricardo coordena os esquemas de dois ambientes e os planos completos, cuidando dos desenhos técnicos e das vistas 3D.

LS

Lívia Salles

Coordenação e Relacionamento com Clientes

Responsável pelo acompanhamento das fases de projeto e pela comunicação com fornecedores e executores. Mantém o processo dentro do cronograma acordado e alinhado com o cliente.

Como conduzimos cada projeto

Documentação técnica completa

Cada entrega inclui pranchas com escala, legendas de materiais e notas de instalação. O projeto não termina na imagem — ele precisa ser executável.

Revisão estruturada de fornecedores

Nos projetos com coordenação, analisamos orçamentos e especificações antes de qualquer compra. A escolha de um material ou executor passa por critério de adequação ao projeto.

Escopo definido no início

O número de revisões, as fases de entrega e os critérios de aprovação são acordados antes do projeto começar. Isso evita mal-entendidos e mantém o processo previsível para ambos os lados.

Proteção de dados e discrição

Imagens do seu espaço, dados pessoais e referências compartilhadas durante o projeto não são divulgados sem sua concordância expressa. Tratamos as informações do cliente com respeito.

Curadoria de materiais e produtos

As referências de compra entregues são pesquisadas e filtradas para atender à faixa de investimento do projeto. Não indicamos materiais sem verificar disponibilidade e adequação técnica.

Processo com retornos planejados

Cada fase inclui um momento de revisão com o cliente. O projeto avança após aprovação, não de forma unilateral. As mudanças significativas são discutidas antes de qualquer ajuste no trabalho.

Sobre nossa atuação e valores

O design de interiores residencial em São Paulo passou por mudanças consideráveis na última década. O mercado se diversificou, os clientes chegam com mais referências e as expectativas sobre o processo ficaram mais sofisticadas. Nesse contexto, o que diferencia o trabalho de um escritório não é apenas o repertório visual, mas a qualidade do processo — a clareza com que o projeto é comunicado e a coerência entre o que foi combinado e o que foi entregue.

Na Cimalha, o trabalho começa sempre pela leitura do espaço existente. Proporções, materiais, condições de luz e modos de uso orientam as decisões antes de qualquer referência visual ser apresentada. Esse caminho evita projetos que parecem bonitos em imagem mas funcionam mal no dia a dia do ambiente.

Nossa especialidade em molduras, frisos, rodapés e acabamentos de parede vem de um entendimento de que o caráter de um interior é construído nos encontros — entre materiais, entre superfícies, entre o que é decorativo e o que é estrutural. Quando esses elementos são pensados com coerência, o resultado tem uma qualidade que o cliente percebe mas nem sempre consegue nomear.

Trabalhamos com três modalidades de projeto: orientação de detalhamento para quem está refinando um interior já existente; esquema coordenado para dois ambientes; e plano completo com vistas 3D e coordenação de compras e execução. Cada modalidade tem um escopo claro, com entregáveis definidos e revisões planejadas.

Atendemos clientes em São Paulo — com foco na região do Itaim Bibi e bairros vizinhos — e, para os serviços de menor escala, trabalhamos remotamente mediante visita técnica inicial. O atendimento é pessoal, com interlocução direta com o designer responsável pelo projeto do início ao fim.

Quer conhecer o processo mais de perto?

Conte sobre seu espaço e o que você está buscando. A conversa inicial não gera compromisso — é uma troca de informações para entender se faz sentido trabalharmos juntos.

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